Sexta-feira, Julho 03, 2009

- Amores

Esquecer antes, sonhar depois e
por
que não entender o misterioso.
Preferir sentir as vibrações opostas,
mergulhar em opiniões controversas,
viver eufórico, fatídico, porém, viver.
Ser egoísta depois e amar de repente.
Viver dois, viver unico,
viver apaixonado.

Jones Giovanella



"Caminho melhor que este,
só aquele que se tem medo."

Domingo, Maio 31, 2009

Sebastian: Então, Bocchan.
Ciel: É este o último lugar?
Sebastian: Sim
Ciel: O pássaro na mira
Sebastian: Isso mesmo.
Ciel: O resto da minha alma é sua.
Sebastian: Como esperado do Bocchan, sempre gentil.
Ciel: Irá doer?
Sebastian: Sim, um pouco.Eu serei gentil o quanto for possível.
Ciel: Não. Faça ser doloroso o tanto que puder. Crave a dor em minha vida, em minha alma.
Sebastian:Yes, my Lord                  

Segunda-feira, Maio 25, 2009

Monólogos internos.

Ela chorava sentada nos três ultimos degrais,
ninguem sabe que ela esta ali.
A menina calada se recente e sozinha ela cai.
Sente-se vazia para tentar qualquer nova escalada.
Mas ela deseja, idealiza, sonha... e novamente as esperanças brotam, feridas da queda.

Sexta-feira, Abril 24, 2009

- Já!

Já!
Não há tempo a perder, já que de vida nada tenho.
Luto pela canção pela metade, gosto do fragmento dos poemas... E onde está a máscara que cobre o rosto de lágrimas a cortar-se pelo vento?
Em que parte se dá a morte, se de vida pouco vejo?
Não pela distância, não pela saudade... Tempo é abandono. É culpa. É perda!
Tempo é voz que não cala e não grita, que agoniza.
Estou na angústia de um novo fim, espero pela volta e pelo começo. Voltar de nada, já que nada é muito e de muito nada tenho!
Perco o sono e choro, reclamo, pré vejo!
Se o fim se aproxima, nada temo. Simples pensamento solto por linhas ilusórias e que nada dizem.
Nada na palma da mão... Depois de letras elípticas nada resta na mão, apenas tempo. Tempo aquele que abandona. Culpa. Perde.

Quarta-feira, Abril 15, 2009

Desejos

Sonho com aquilo que quero.
Sou o que você quero ser, porque só tenho uma chance.
Tenho felicidade bastante para fazer a minha vida doce, dificuldades para fazê-la forte, tristeza para fazê-la humana e esperança suficiente para fazê-la feliz.
As pessoas mais felizes não têm as melhores coisas. Elas sabem fazer o melhor das oportunidades que aparecem em seus caminhos.
A felicidade aparece para aqueles que choram, que se machucam, que buscam e tentam sempre.
E para aqueles que reconhecem a importância das pessoas que passam por suas vidas.
Mas tenho medo do que é novo e tenho medo de viver o que não entendo -- quero sempre ter a garantia de pelo menos estar pensando que entendo.
Sou lúcida na minha loucura, permanente na minha inconstância, irrequieta na minha comodidade.
Pinto a realidade com sonhos e enxerto sonhos em cenas reais. Choro lágrimas de rir e quando choro para valer não derramo uma lágrima! AMO MAIS DO QUE POSSO e, por medo, sempre MENOS DO QUE SOU CAPAZ. Busco pelo prazer da paisagem e raramente pela alegre frustração da chegada. Quando me entrego ME ATIRO e quando recuo NÃO VOLTO. Mas não me leve a sério, sei que nada é definitivo, nem eu sou o que penso que sou.
-- Adaptado de C. Lispector

Quarta-feira, Abril 08, 2009

Mascaras




















"E é inútil procurar encurtar caminho e querer começar já sabendo que a voz diz pouco, já começando por ser despessoal. Pois existe a trajetória, e a trajetória não é apenas um modo de ir. A trajetória somos nós mesmos. Em matéria de viver, nunca se pode chegar antes. A via-crucis não é um descaminho, é a passagem única, não se chega senão através dela e com ela. A insistência é o nosso esforço, a desistência é o prêmio. A este só se chega quando se experimentou o poder de construir, e, apesar do gosto de poder, prefere-se a desistência. A desistência tem que ser uma escolha. Desistir é a escolha mais sagrada de uma vida. Desistir é o verdadeiro instante humano. E só esta, é a glória própria de minha condição. A desistência é uma revelação". (Clarice Lispector)

Quinta-feira, Abril 02, 2009

- Final e Começo... Começo Final ?

Eramos 3, ou melhor 4 ou até mesmo 5.
Quando as pessoas se sentem destruidas, procuram qualquer tipo de abrigo ou de ponte. Cada um tem um tipo de tristeza diferente que escondem atrás de um belo sorriso, um belo rosto.
Só que elas semprem esquecem que os olhos falam por si só não importa a mentira todos ao redor percebem e mesmo assim fingem não ver.

(...) quando o vejo não importa se tá chovendo ou ventando perto dele é como se o sol nunca se posse.
Com o sol esqueço que já amei a lua, mais o meu maior medo é que meu novo amor conheçe apenas as flores da minha floresta, ele nunca viu os espinhos.
E foi pensando nisso que cheguei a conclusão sem a lua parte de mim chora e sem o sol morrerei no escuro(...)

Ele não sabe mais ele me salvou